segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Seminário "Diversidade na Escola: Educação, Direitos Humanos e Multiculturalismo".

Prezados,

A UFRRJ sediará, entre os dias 20 e 22 de setembro, o Seminário "Diversidade na Escola: Educação, Direitos Humanos e Multiculturalismo".

As mesas e oficinas acontecerão no Auditório Paulo Freire do ICHS, no Campus Seropédica.

As inscrições são gratuitas, e podem ser feitas pelo email inscricaonapp@gmail.com

Peço divulgarem em suas listas.
Abaixo segue a programação.

Grato,
avf.

Programação

20 de setembro de 2010 (segunda-feira)
9 horas
Mesa de Abertura - Educação e Diversidade
Laura Kropff (Universidad Nacional de Rio Negro - CONICET)
Pedro Vonnaro (Universidad de Buenos Aires - CONICET - CLACSO)

10 horas 30 min
Mesa Redonda - Gênero, Opção Sexual e Sexualidade
Coordenação - Patrícia Reinheimer (UFRRJ)
Anna Marina Barbará Pinheiro (UFRJ)
Marcelo Natividade (MN/UFRJ)
Mani Tebet (MN/UFRJ)
Debatedora - Adriana de Resende Vianna (MN/UFRJ)

14 horas
Mesa Redonda - Educação do Campo e Novas Ruralidades
Coordenação - Elisa Guaraná de Castro (UFRRJ)
Roberta Lobo (UFRRJ)
José Gabriel Corrêa (UFCG)
Paulo Carrano (UFF)

21 de setembro de 2010 (terça-feira)
Mesa Redonda - Diversidade Etnicorracial e Educação Diferenciada
Coordenação - André Videira de Figueiredo (UFRRJ)
Izabel Missagia de Mattos (UFRRJ)
José Maurício Arruti (PUC-Rio)
Luiz Fernandes de Oliveira (UERJ)
Debatedor - Otair Fernandes (UFRRJ)

14 horas
Oficina 1 – Gênero, Opção Sexual e
Sexualidade.
Leandro de Oliveira (CLAN/UERJ).
Oficina 2 – Educação do Campo e Novas Ruralidades.
Janaína Tude Sevá (CPDA)

22 DE SETEMBRO DE 2010 (QUARTA-FEIRA)
10 horas
Mesa Redonda - Educação e Direitos Humanos.
Coordenação - Nalayne Mendonça Pinto (UFRRJ)
Hustana Maria Vargas (UFF)
Marcella Beraldo de Oliveira (UFJF)
Mário Miranda (UFF)

14 horas
Oficina 3 - Diversidade Etnicorracial e Educação
Diferenciada.
André Videira de Figueiredo (UFRRJ)
Oficina 4 - Educação e Direitos Humanos
Nalayne Mendonça Pinto (UFRRJ)

17 horas
Conferência de Encerramento:
Multiculturalismo, Educação e Direitos Humanos

Vera Maria Candau (PUC-Rio)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Plataforma de Campanha–Taffarel 1399

 

A minha candidatura é um projeto coletivo de pessoas que querem transformar o Brasil, superar as suas imensas desigualdades econômicas, sociais e políticas, na perspectiva da construção do socialismo. Para o Brasil continuar mudando para melhor me comprometo em:

  1. Defender a ampliação de políticas públicas para a juventude com ênfase na educação.
  2. Apoiar a expressão e a organização cultural da juventude como nos movimentos de hip hop, rádio comunitária, funk, grafiteiros.
  3. Defender a revitalização da Lapa e a democratização do acesso aos bens culturais para a Baixada Fluminense, para o interior e para as áreas mais carentes da capital.
  4. Defender a meia-entrada em atividades artísticas e esportivas para estudantes e idosos e lutar pela regulamentação do agente de cultura.
  5. Regulamentar a democratização do acesso ao transporte público e de qualidade e defender as políticas de passe-livre para estudantes e jovens
  6. Defender a jornada de trabalho de 40 horas/semanais sem redução de salário.
  7. Defender a Lei Maria da Penha, que combate a violência contra a mulher. Lutar pela promoção da igualdade racial. Estar ao lado de toda proposta contra a homofobia.
  8. Defender o limite da propriedade da terra e o aumento dos índices de produtividade, por uma Reforma Agrária ampla e massiva.
  9. Lutar pela agricultura familiar, desenvolvimento sustentável, bem como pela segurança alimentar com foco na autogestão e economia solidária.
  10. Proteger as nossas florestas me posicionando contra o Código Florestal dos grandes fazendeiros.
  11. Lutar pelo acesso dos pescadores artesanais ao programa de subvenção do preço do óleo diesel e a regulamentação da atividade complementar da mulher trabalhadora da pesca.
  12. Defender a descentralização dos equipamentos esportivos das Olimpíadas, garantindo o acesso a toda população da Baixada e Grande Rio.
  13. Defender o equilíbrio dos investimentos entre Capital, Baixada Fluminense e interior.

Fonte: Site do Taffarel - 1399

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

“A luta principal do Grito é pela vida”


Ontem, dia 7, o Brasil celebrou o Dia da Independência. No mesmo dia é também foi realizado o Grito dos Excluídos 2010. Neste ano, 16ª edição do evento, o tema escolhido foi “Vida em primeiro lugar”, e o lema “Onde estão nossos direitos? Vamos às ruas para construir um projeto popular”.

O evento foi promovido pela primeira vez em 1995, ano da Campanha da Fraternidade sobre os Excluídos. Foi precedido de outras iniciativas como o “Grito da Amazônia” e “Grito da Terra”. Foi proposto então pelo “Setor de Pastoral Social” da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Segundo o jornal do Grito dos Excluídos, um dos objetivos do evento deste ano é “denunciar as formas de injustiças promovidas pelo sistema capitalista implantado em nosso país, que causa a destruição e a precarização da vida do povo e do planeta”.

Segundo o coordenador nacional do Grito dos Excluídos 2010, Ari Alberti, o tema deste ano visa os direitos essenciais: “A luta principal do Grito é pela vida. E dentro disso, trazemos o lema deste ano que busca os direitos básicos assegurados pela Constituição Federal como saúde, segurança, educação, lazer e outros.”

Este ano, o Grito dos Excluídos acontece em conjunto com o Plebiscito pelo Limite de Propriedade da Terra. “A constituição assegura que em fatos de relevância nacional, a sociedade deva ser consultada. O povo tem respondido bem a isso. Um exemplo claro foi o projeto de lei “Ficha Limpa”, que foi uma ação direta do coletivo, e acredito que assim será com experiência do plebiscito”, afirmou Ari Alberti.

O Grito dos Excluídos acontece em todo o Brasil, e em Brasília ocorre na Esplanada dos Ministérios, durante as comemorações da Independência do Brasil.

Saiba mais no site do movimento em www.gritodosexcluidos.org/

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Resposta ao editorial do estadão: A falsidade continuada contra o PT


O jornal paulista O Estado de São Paulo publicou no último dia 27 editorial sobre o título: ”O crime continuado do PT”, a seguir uma carta e um artigo do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra

O editorial do Estadão de 27/8 (A3) é uma agressão à verdade e uma ofensa ao PT, aos seus dirigentes e à nossa candidata Dilma Rousseff. Ao contrário do que ali se afirma, sem nenhuma base de realidade, nem o PT nem a nossa coligação jamais buscaram, tentaram buscar ou receberam, por meios ilegais, informações sobre políticos e homens de negócios ligados ao candidato da oposição – nem mesmo por interpostas pessoas. Repetir sistematicamente que tais dados tenham “circulado na campanha” ou conformem um dossiê que ninguém viu; repetir sem amparo em fontes, provas, sequer indícios, é mau jornalismo. É uma falsidade continuada contra o PT. O PT não fez, não fará nem autoriza que em seu nome se faça qualquer ação fora da lei. Fomos nós, do PT, que solicitamos inquérito da Polícia Federal para esclarecer os fatos. Da mesma forma que exigimos o esclarecimento da violação dos dados fiscais dos diretores da Petrobrás, objeto de exploração política por parte da oposição em junho do ano passado. A indignação, quando seletiva, é desqualificada. O PT constituiu-se na luta pela redemocratização do País, pela vigência plena do Estado de Direito. São valores incompatíveis com a violação de salvaguardas constitucionais dos cidadãos, não importando o motivo ou o partido de quem o faça. A nós interessa a verdade.

JOSÉ EDUARDO DUTRA, presidente nacional do PT

Resposta ao editorial do estadão: A falsidade continuada contra o PT

Por José Eduardo Dutra

O Partido dos Trabalhadores se constituiu na luta pela redemocratização do país, tendo como primado a vigência do Estado de Direito. Foi o exercício contínuo da democracia, com liberdade de expressão, de crítica e de imprensa, que conduziu o PT à Presidência da República, em eleições que expressaram a vontade soberana da maioria da população.

Foi a Democracia que nos trouxe até aqui e dela não vamos nos afastar jamais. Ao longo de sua existência, o PT esteve à frente de todas as iniciativas destinadas a aperfeiçoar e consolidar as práticas democráticas entre nós – desde a luta pelo restabelecimento do direito de greve e da liberdade de organização sindical e política, passando pela campanha das Diretas, a convocação da Assembléia Constituinte, até o aperfeiçoamento da legislação eleitoral.

O governo do presidente Lula vem atuando de forma republicana na reconstituição de instituições públicas essenciais que haviam sido esvaziadas, de maneira irresponsável, em governos passados. Por meio de concursos públicos e de investimentos submetidos à fiscalização do Congresso e do Ministério Público, o governo do PT está reconstituindo a capacidade do Estado para atender às demandas do país por saúde, educação, infra-estrutura, segurança, desenvolvimento científico e tecnológico e proteção ambiental, dentre outras.

Compreendemos que outros partidos e setores da sociedade tenham visão distinta sobre a melhor maneira de colocar o Estado a serviço do desenvolvimento econômico e social do país. Mas não podemos aceitar que o legítimo debate político desborde para a agressão, a injúria e a calúnia, como faz o editorial do Estado de S. Paulo de 27 de agosto.

Não é verdade que o PT ou a campanha da nossa candidata, Dilma Rousseff, tenham buscado ou recebido, por meios ilegais, informações sobre políticos e homens de negócios ligados ao candidato da oposição – nem mesmo por interpostas pessoas, como diz o editorial.

Se a Folha de S. Paulo, em quem se socorre o editorial para repetir a afirmação infamante, teve acesso a dados sigilosos de quem quer que seja, cabe a ela apontar sua origem, antes de acusar o PT e a campanha. Repetir sistematicamente que tenham “circulado na campanha” ou conformem um dossiê que ninguém viu; repetir sem amparo em fontes, provas, sequer indícios, é mau jornalismo. É antiético. É uma continuada falsidade.

O PT não fez, não fará nem autoriza que em seu nome se faça qualquer ação fora da lei. Diante da notícia de vazamento de dados fiscais do vice-presidente do PSDB, fomos nós, do PT, que solicitamos a abertura de inquérito na Polícia Federal para esclarecer o fato. Buscamos a verdade.

Tomamos essa iniciativa porque consideramos incompatível com o Estado de Direito democrático a violação de direitos protegidos pela Constituição, não importando a motivação nem a preferência partidária de quem perpetra esse crime.

Agimos assim, à luz do dia e da lei, para que não se repitam episódios como a violação das dívidas com o Banco do Brasil de nove deputados do antigo PPB, que à época (1996) eram constrangidos a apoiar a emenda da reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Agimos assim para que não se repita a manipulação da Polícia Federal em benefício de intrigas palacianas, como ocorreu em 1995, quando um embaixador da confiança do ex-presidente teve seu telefone grampeado e suas conversas expostas.

Agimos assim em defesa das instituições em que acreditamos e dos cidadãos que representamos. Para que crimes como esses não fiquem impunes, como não deverá ficar impune a violação do sigilo fiscal dos diretores da Petrobras, devassado em junho do ano passado.

Certas vozes que hoje apontam, sem qualquer fundamento, uma suposta manipulação de setores do Estado no caso da Delegacia da Receita de Mauá, foram as primeiras a fazer exploração política do crime cometido contra os diretores da Petrobras. É uma seletividade que desqualifica a indignação.

Oferecemos esse artigo para publicação em respeito aos leitores, em defesa da verdade e em consonância com o equilíbrio editorial que notabilizou o Estado de S. Paulo ao longo de sua história. A seção de editoriais do jornal – que em outros tempos foi exemplo de independência e coragem política – recusou-se a fazê-lo, interditando o debate de argumentos no mesmo espaço em que fomos caluniados. Como diriam os editorialistas que sabiam polemizar sem recorrer ao sofisma e à desfaçatez: Sic transit gloria mundi.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Minha Agenda para o Final de Semana

Quinta- Feira - 02/09

9h Panfletagem em São João de Meriti - Quinzinho.
15h Panfletabem no calçadão de Campo Grande - Moraes
19h Reunião com Lideranças no Bairro Três Corações Nova Iguaçu

Sexta-feita - 03/09

9h Panfletagem em Queimados - Ronaldo
16h Panfletagem Calçadão de Nova Iguaçu
18h Panfletagem Instituto de Educação Rangel Pestana - Nova Iguaçu
22h Voo Noturno - Lapa

Sabado - 04/09

9h Panfletagem no Calçadão de Nova Iguaçu
15h Panfletagem em Austin Nova Iguaçu - Ronaldo

Domingo -05/09

9h Caminhada na Comunidade de Santa Teresinha - Mesquita
14h Feijoada na Comunidade de Vila Luzia - Pavuna
16h Parada LGBT - Mesquita

Segunda-feira - 06/09

19h Plenária Taffarel Artur Messias - Mesquita.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CUT 27 anos de vida. Um legado de lutas e conquistas!



Por Expedito Solaney

Inicio este texto de homenagem e parabéns à Central Única dos Trabalhadores pela passagem de seus 27 anos de lutas e conquistas, citando parte do discurso do companheiro Presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva no comício do Recife na ultima sexta-feira dia 27 de agosto de 2010 por ocasião da campanha eleitoral 2010.

Dizia o companheiro que: “…quem ajudou a fundar uma central sindical com a importância e a história da CUT para os/as trabalhadores/as do Brasil; quem ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores, não podia jamais errar no comando de um país que tinha e tem todas as condições de garantir cidadania, emprego, saúde e educação aos seus filhos. Que ao concluir seu segundo mandato como Presidente do Brasil no final desse ano, tem a consciência tranqüila do dever cumprido…”

Vamos à luta companheiro! A CUT é protagonista desse êxito porque sua direção soube pautar o governo Lula de forma consequente, com objetivo, com estratégia. Nunca abriu mão de sua independência, fez marchas a Brasília, jornadas de lutas, greves. Criticamos radicalmente a política de juros altos e o lucro dos banqueiros. O Brasil melhorou, mas os indicadores sociais ainda apontam muita desigualdade. Oito anos é pouco, por isso apoiamos a Dilma para o Brasil seguir mudando.

Há 27 anos, entre os dias 26 a 28 de agosto de 1983, acontecia em São Bernardo do Campo o 1º Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (convocado pelo setor combativo da comissão pró-CUT criada em 1981 na 1ª conferencia nacional da classe trabalhadora). No último dia do congresso, dia 28 de agosto de 1983, nascia a Central Única dos Trabalhadores pelo vigor e necessidade da classe trabalhadora. Com um programa que tem como princípio a independência de classe, a democracia operária e a luta pelo socialismo. Um congresso de fundação que aprovou uma pauta de luta que ia além das questões sindicais, como: o combate às políticas econômica e salarial do governo, a luta contra o desemprego, a defesa da liberdade e autonomia sindical, o fim das intervenções nos sindicatos e, a luta pela reforma agrária. Os mais de cinco mil trabalhadores/as presentes, vindos do campo e da cidade dos quatro cantos desse país, exigiam o fim da Lei de Segurança Nacional e de Eleições Diretas para Presidente da República. Nesta data companheiros e companheiras, era plena ditadura militar.

A construção desta ferramenta foi coletiva, com alicerces muito firmes e consistentes ideologicamente. No dia 28 de agosto de 2010, 27 anos depois, a CUT é a 5ª maior central sindical do mundo, pautada na luta e combatividade, na autonomia e independência perante governos e patrões, com uma sólida democracia interna, onde tem lugar a pluralidade de pensamento das forças políticas que a compõe. Não conseguimos ser única como queríamos, tão pouco estamos satisfeitos com a banalização de criação de centrais sindicais, sem conjuntura nem necessidade da classe trabalhadora para tal. A última, o congresso de fundação sequer terminou porque os presentes discordaram do nome, outras por vontade e desejo individuais, outras por aparelhismo com vista ao dinheiro do imposto sindical, agora com o reconhecimento das centrais sindicais como parte da estrutura sindical oficial brasileira. Seguimos firmes chamando a unidade da classe trabalhadora em uma única organização, assim somos mais fortes para dar o enfrentamento necessário aos patrões e aos governos.

Esses 27 anos da CUT são comemorados com uma direção coesa em um ambiente de unidade interna e ação concreta. Cito algumas: Primeiro, a Comunicação da CUT está de parabéns, a competência, dedicação e engajamento da equipe da SECOM, com o novo projeto de comunicação, novas ferramentas como a TV e Rádio web, o novo portal Mundo do Trabalho está muito mais interativo e atrativo. A regularidade e periodicidade do jornal imprimiram um ritmo de comunicação entre a CUT nacional e os sindicatos de base através desse meio. Hoje, o jornal da CUT é ferramenta de formação e comunicação que faz parte de nossa ação cotidiana. O processo de implantação da acessibilidade na comunicação, a revista etc. Segundo, a divulgação e lançamento da campanha ‘CUT nas Ruas’ com a Plataforma da Classe Trabalhadora. Está ação política tem repercutido, sido de fundamental para a divulgação da Plataforma que foi debatida e construída através de seminários regionais culminando com um documento que expressa o acúmulo desde as resoluções do 10º CONCUT sintetizados em três eixos que traduzem a necessidade da classe trabalhadora para o próximo período. Isso está dando uma dinâmica na ação política da central frente às eleições 2010. A Plataforma foi lançada em ato nacional no 1º de maio em São Paulo, entregue neste mesmo ato a candidata Dilma Russef. Também vem sendo lançada em entregue aos candidatos a governos estaduais nas cinco regiões do país. Terceiro, a campanha nacional em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as com deficiência em curso já lançada em vários estados. Quarto, a ação da política Internacional tem conferido a CUT um destaque em importantes eventos, congressos e conferências, além das lutas e solidariedade a classe trabalhadora internacional. Além das ações cotidianas, projetos e campanhas das demais secretarias.
Por fim, a reforma estatutária ocorrida no 10º Congresso dinamizou a direção executiva com novas secretarias, fusões e extinção de outras.
Estamos no caminho certo, a CUT é a locomotiva do movimento sindical brasileiro nasceu por necessidade da classe trabalhadora, pautou e pauta sua história na luta cotidiana da classe trabalhadora.

VIVA A CUT E SEUS 27 ANOS. VIVA A CLASSE TRABALHADORA!

Expedito Solaney é secretário nacional de Políticas Sociais da CUT – Secretário nacional de Políticas Sociais da CUT