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sábado, 9 de abril de 2011

NOTA DE PESAR - Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro.


NOTA DE PESAR

Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro.

A Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, vem a público externar a sua profunda tristeza e pesar pelo assassinato brutal de 12 jovens, em 07/04/2011, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste, da capital fluminense.

Expressar tristeza e perplexidade pela tragédia que vitimou os jovens, ceifando delas a vida, em seu dom maior, que é a educação. Essa tragédia é sem precedentes em nossa história, traz à tona o necessário debate sobre a violência na juventude e o acesso e a posse de armas e munições em nosso país, um dos fatores desse massacre. A sociedade civil precisa se lançar em campanha como fazem as Pastorais de Juventude no Brasil, na Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens.

Juventude essa que sofre com falta de políticas públicas voltadas para a área da psicopedagogia e saúde, onde falta o acompanhamento social, para percebermos quando a doença sobrepõe a área educacional. Se houvesse essa ferramenta, poderíamos evitar muitas mortes.

A Pastoral da Juventude do Meio Popular manifesta-se contra a Violência e o Extermínio da Juventude. Somos contra qualquer tipo de ação que extingue a vida, que inferiorize o ser humano, que humilhe, exclua e cause sofrimento. Somos a favor da VIDA, da transformação social, do Respeito mútuo, da Liberdade, da Justiça, da Igualdade e do Amor.

A PJMP associa-se à dor de toda a população fluminense nesse momento e presta suas condolências e solidariedade aos familiares e amigos.

VAMOS JUNT@S LUTAR CONTRA A VIOLÊNCIA

E O EXTERMÍNIO DE CRIANÇA E JOVENS!!!

PASTORAL DA JUVENTUDE DO MEIO POPULAR


sábado, 8 de janeiro de 2011

Posse da Ministra Iriny Lopes na SPM.


Na manhã da última segunda-feira, dia 03/01/11, em Brasília, aconteceu cerimônia de posse da deputada federal Iriny Lopes (PT-ES), como ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

A posse foi prestigiada por centenas de lideranças políticas, religiosas, do movimento social e sindical e dezenas de mulheres, em especial do Espírito Santo. A senadora foi citada em seu discurso pela nova ministra.

Iriny parabenizou e desejou sucesso a Ana Rita. Ela considerou que o Senado ganha qualidade com a chegada da capixaba. Após a cerimônia de posse, a senadora cumprimentou a ministra. Elas conversaram com a comitiva capixaba.

Entre os presentes na transmissão do cargo estiveram o presidente do PT, José Eduardo Dutra e a nova ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, além de ex-ministros, parlamentares como Luiza Erundina (PSB-SP), o deputado estadual Cláudio Vereza (PT), integrantes do governo da presidenta Dilma Rousseff e representantes do governador Renato Casagrande.

Maior igualdade – Durante a posse, a nova ministra disse que só o empoderamento nos níveis econômico e político conseguirá propiciar às mulheres brasileiras uma situação de maior igualdade em relação aos homens.

Para Iriny, as políticas do governo devem ter foco nesses dois aspectos para combater a violência sofrida pelas mulheres.

A ministra também considerou que a eleição da presidenta Dilma vai estimular uma participação maior na política por parte das mulheres.

Iriny garantiu que vai trabalhar em conjunto com os movimentos sociais e defendeu o fortalecimento do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM).

Militantes da corrente do PT Articulação de Esquerda do estado do Rio de Janeiro estiveram presentes na posse da Ministra Iriny Lopes na Seceretaria Nacional de Políticas para Mulheres!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Resultado do Plebiscito pelo Limite da Terra.


Mais de 500 mil pessoas concordam com fixação de tamanho máximo para propriedade rural.

Lourenço Canuto

Repórter da Agência Brasil


Brasília - Mais de 500 mil pessoas ouvidas em 23 estados e no Distrito Federal se disseram favoráveis à ideia de fixar um limite máximo para o tamanho das propriedades rurais. Elas foram consultadas entre os dias 1° e 12 de setembro, em plebiscito promovido pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, entre outras entidades.

Entre os 519.623 cidadãos consultados, apenas 3,52% se posicionaram contrários ao estabelecimento de limite para a terra rural. O percentual de votos em branco foi de 0,63% e o de nulos, de 0,34%. Quanto à pergunta que vinculou o tamanho da propriedade à produção, apenas 4,27% apenas julgaram irrelevante o limite, 0,89% votou em branco e 0,45%, nulo. A maioria concordou também que o limite da propriedade possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade.

A pesquisa foi divulgada hoje (19) por representantes do fórum, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), durante entrevista coletiva. A consulta integra a primeira etapa de um movimento que pretende colher até o final do ano 1,2 milhão de assinaturas em todo o país para apresentar ao Congresso Nacional em 2011 um projeto visando a estabelecer o limite de 35 módulos fiscais para as terras devolutas e improdutivas.

Se aprovada, a medida vai atingir entre 42 mil e 50 mil propriedades rurais, numa área total equivalente a 100 milhões de hectares. Se for fixado o limite da propriedade em mil hectares, ele atingiria 68 mil propriedades rurais no país. O conceito de módulo fiscal varia nos estados, de acordo com as condições locais, entre 7 hectares a 100 hectares.

A pesquisa sobre o tamanho das propriedades foi antecedida por debates, pela organização de comitês e divulgação de interesses da propriedade privada. O professor Ariovaldo Umbelino, da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que existem no Brasil 200 milhões de hectares de terras improdutivas e 500 milhões de hectares de terras devolutas (terras públicas sem uso específico). Nos últimos anos, segundo ele, aumentou a concentração de terras e o governo não tem conhecimento preciso sobre as posses e propriedades.

Para ele, isso é preocupante, já que em todo o país existem 851 milhões de hectares de terras. O professor da USP destacou os prejuízos ao meio ambiente provocados pelas atividades das grandes empresas e disse que limitar o tamanho da propriedade é importante porque, enquanto a empresa do agronegócio emprega 1,4 trabalhador por hectare, na agricultura familiar 17 pessoas produzem no mesmo espaço.

O representante do Fórum Nacional pela Reforma Agrária, Gilberto Portes, destacou o alcance do plebiscito, lembrando que, na consulta, foram ouvidas mais de 500 mil pessoas.

O representante do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), padre Gabriele Cipriani, afirmou que a questão da terra deveria ter destaque na agenda dos candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), que vão disputar o cargo no dia 31, em segundo turno.

Segundo Cipriani, fazer a reforma agraria "é democratizar o uso da terra como um direito da população para produzir alimentos para o mercado interno e para exportação”.

Edição: Juliana Andrade

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O manifesto dos cristãos em favor da vida católicos e evangélicos!!!

“Se nos calarmos, até as pedras gritarão!”


Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da Vida em Abundância!

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:

1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).

2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:

3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.

4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).

5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.

6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.

7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.

Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:

Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional

Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Felix do Araguaia-MT

Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional

Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC

Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia

Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão

Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Vina- Maranhão

Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Felix do Araguaia /MT

Jether Ramalho, Rio de Janeiro

Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo

Professor Candido Mendes, cientista político e reitor

Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor

Zé Vicente, cantador popular, Ceará

Chico César, Cantador popular, Paraíba/São Paulo

Revdo Roberto Zwetch, igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo

Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ

Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia

Maria Victoria Benevides, professora, da USP

Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo

Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre

Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.

Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação

Frei Betto, escritor, dominicano

Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT(Ecumenical Association of Third World Theologians)

Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional

Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP

Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz

Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins

Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos

Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó/SC

Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC

Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho

Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora

Pe. John Caruana, Rondônia

Pe. Julio Gotardo, São Paulo

Toninho Kalunga, São Paulo

Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)

Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia

Silvania Costa

Mercedez Lopes,

André Marmilicz

Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social

Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS

Darciolei Volpato, RS

Frei Ildo Perondi – Londrina PR

Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.

Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC

Pe. Luis Sartorel,

Itacir Gasparin

Célio Piovesan, Canoas.RS

Toninho Evangelista – Hortolândia/SP

Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília

Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE

Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina

Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó

Odja Barros Santos – Pastora batista

Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário

Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife

Rosa Maria Gomes

Roberto Cartaxo Machado Rios

Rute Maria Monteiro Machado Rios

Antonio Souto, Caucaia, CE

Olidio Mangolim – PR

Joselita Alves Sampaio – PR

Kleber Jorge e silva, teologia – Passo Fundo – RS

Terezinha Albuquerque

PR. Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO

Padre Ferraro, Campinas.

Ir, Carmem Vedovatto

Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus

Padre Manoel, PR

Magali Nascimento Cunha, metodista

Stela Maris da Silva

Ir. Neusa Luiz, abelardo luz- SC

Lucia Ribeiro, socióloga

Marcelo Timotheo da Costa, historiador

Maria Helena Silva Timotheo da Costa

Ianete Sampaio

Ney Paiva Chavez, professora educação visual, Rio de janeiro

Antonio Carlos Fester

Ana Lucia Alves, Brasília

Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS

Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro

Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro

Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia

Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife

Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG

Fernanda Seibel, Caxias do Sul.

Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza

Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE

Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN

Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC

Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN

Elida Araújo

Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN

Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora

Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN

Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife

Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife

Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS

Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque

Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE

Débora Costa-Maciel, Profª. UPE

Maria Theresia Seewer

Ida Vicenzia Dias Maciel

Marcelo Tibaes

Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás

Claudio de Oliveira Ribeiro. Sou pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP

Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES

Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ - Secretario do CEBI RJ

Sílvia Pompéia.

Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE

Dora Seibel – Pedagoga, Caxias do Sul

Mosara Barbosa de Melo

Maria de Fátima Pimentel Lins

Prof. Renato Thiel, UCB-DF

Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)

Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)

Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora

Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva,Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil

Irene Maria G.F. da Silva Telles

Manfredo Araújo de Oliveira

Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro

Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP

Adriano Carvalho.

Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/PR

Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano

Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS

Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia

M. Candida R. Diaz Bordenave

Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife

Xavier Uytdenbroek prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife

Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS

Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque

Maria Lúcia F de Barbosa (Professora – UFPE)

Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo

Alessandro Molon, parlamentar, Rio de Janeiro

Adjair Alves (Professor – UPE)

Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL

Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP

Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA

Carlos Caroso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etrnologia da UFBA

Isabel Tooda

Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco

Prof. Dr. Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Teologia PUC- Rio

Aristóteles Rodrigues - Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião

Zwinglio Mota Dias – Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora

Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE

Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB

Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza

Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico

Nercina Gonçalves

Hélio Rios, pastor presbiteriano

João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ

Lucilia Ramalho. Rio de janeiro.

Maria tereza Sartorio, educadora, ES

Maria José Sartorio, saúde, ES

Nilda Lucia sartorio, secretaria de ação social, Espírito Santo

Ângela Maria Fernandes – Curitiba, Paraná

Lúcia Adélia Fernandes

Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP

Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP

Ruth Alexandre de Paulo Mantoan

José Luiz de Lima

Gilberto Alvarez Giusepone Júnior (Prof. Giba), educador, São Paulo

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Informes sobre os debates a presidente do PT - RJ




Camaradas,

Ontem, domingo 18/10, ocorreram mais dois debates de candidatos a presidente do PT-RJ.

Pela manha em Campos e a tarde em Itaperuna. Os debates reuniram cerca de 60 pessoas em cada e se fizeram presentes os candidatos: Taffarel, Luis Sérgio e Casula.

Novamente nosso candidato foi mt bem, a ponto de conquistar 3 militantes de Itaperuna que apoiavam o Luis Sergio. Após o debate as mesmas retiraram o adesivo do deputado e declararam apoio ao Taffarel. Tal feito, inédito em tempos atuais no PT, está repercutindo fortemente.

Nossa tem sido firme na defesa da candidatura própria como a estratégia mais acertada para fortalecer a candidatura Dilma, fortalecer o PT, aumentar as condições de governabilidade em provável governo Dilma tendo mais parlamentares e um governador de estado importantíssimo, e para apresentar um projeto de esquerda para o Rio.

Nesse sentido tb estamos defendendo que o melhor nome, em termos políticos e eleitorais, para cumprir esta tarefa é o nome do companheiro Lindberg.

No bojo dos debates Taffarel não deixa de chamar voto na Iriny e nas chapas nacional e estadual Esquerda Socialista.

Hoje teremos mais um espaço importante para dar visibilidade a nossa chapa e candidato, acontecerá em São Gonçalo um debate sobre o PED promovido pelo Lindberg. Na ocasião já teremos a camisa conforme decidido no Seminário da chapa.

Será uma camisa vermelha com os dizeres:

Esquerda Socialista

Candidatura Própria

Por um projeto democrático e de esquerda para o Rio

A camisa será vendida, de modo que além da visibilidade, tb façamos caixa.


Saudações Socialistas

Até a Vitória



--
Olavo Brandão Carneiro